A procura de paixões
Trago seu amor em cinco dias

Normalmente eu falo com as minha amigas que esse negócio de amor tem vários graus. Tem dos mais carnais, que é o “estar a fim” e “gostar um pouquinho” aos obsessivos, como “amar loucamente” ou até mesmo a paixão.
Outra coisa que eu costumo comentar com elas, também, é o fato de como os jovens precisam se apaixonar (ou simplesmente gostar) de outra pessoa para se sentir mais completo. Venhamos e convenhamos que não se apaixonar causa um tédio espetacular (pondo uma pitada de ironia nesta frase) e que o tédio é exatamente o que tentamos evitar, por mais que a maioria de nós deseje ficar trancado em casa ouvindo suas músicas de rock pesado com meias coloridas arranjando o que conversar com amiguinhos online. Arranjando. Essa é a palavra chave, pode ser arrumando também, tanto faz, depende de cada um, mas o ponto o qual eu quero chegar e essa nossa necessidade de não parar nunca.
Eu, sinceramente, não acredito que arranjar o amor da sua vida na juventude seja fácil, eu acho que, quando você amadurece mais e vê a vida como algo mais sério, aí sim, você arranja alguém que você deseja (ou não) viver até que seus peitos caiam e você seja convidada pelo seu médico a colocar uma dentadura, já que, quando jovem, comia muito doce e nada de escovar os dentes. Acho que é isso que a sociedade chama de “o amor da sua vida”.
Na verdade você, mesmo sabendo que não vai dar certo, acaba se metendo com alguém que diz amar. E é assim até você finalmente aprender que só será feliz com alguém que realmente te aceite e que não te ache mais uma. E, aqui vai uma nota particular minha, eu odeio ser só mais uma.

“Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido”

Vinicius de Moraes.



Terça-feira, Dezembro 11, 2007
Pela retardada da
memoto n_n
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